
Emissor LED Acoplado à Fibra
Nosso Emissor LED Acoplado à Fibra foi desenvolvido para aplicações técnicas e laboratoriais que exigem estabilidade, repetibilidade e integração prática no dia a dia. O conjunto é fornecido como solução completa, já com acoplamento óptico e cabo de fibra incluso, facilitando a instalação e reduzindo o tempo de setup.
Disponível em comprimentos de onda nominais de 280 nm a 1450 nm, o emissor atende desde aplicações no UV até o NIR. Também oferecemos versões de branco quente (4000 K), branco frio (6200 K) e opção banda larga (470–850 nm), ideais quando é desejado um espectro amplo.
O acoplamento à fibra é realizado pela técnica de acoplamento frontal (butt-coupling), posicionando a extremidade da fibra o mais próxima possível do emissor para minimizar perdas e maximizar a potência útil na saída. A performance final depende do diâmetro do núcleo e da abertura numérica (NA) da fibra utilizada. Para comprimentos de onda abaixo de 400 nm, recomenda-se fibra alto-OH ou resistente à solarização.
O sistema possui gerenciamento térmico passivo otimizado para manter a potência estável ao longo do tempo e aumentar a vida útil do emissor. Além disso, conta com EEPROM integrada para armazenamento de parâmetros operacionais, permitindo operação mais segura e compatível com drivers que fazem leitura automática de limite de corrente.
A equipe da LASERLine está à disposição para indicar a configuração mais adequada para a sua aplicação, considerando faixa espectral, fibra, conector e necessidade de controle/driver.
Características
• Comprimentos de onda nominais de 280 nm a 1450 nm
• Opções: branco quente (4000 K), branco frio (6200 K) e banda larga (470–850 nm)
• Acoplamento direto à fibra (butt-coupling) para melhor eficiência
• Conector óptico padrão SMA, ideal para fibras multimodo
• EEPROM integrada com parâmetros operacionais do emissor
• Gerenciamento térmico passivo otimizado para potência estável
• Conjunto completo com acoplamento e cabo de fibra inclusos
• Fibra Óptica Core 600µm
Aplicações
• Optogenética e fotobiomodulação
• Instrumentação científica e P&D
• Microscopia, excitação e iluminação por fibra
• Sensoriamento óptico e testes em bancada
• Sistemas de iluminação técnica com acoplamento em fibra
• Integração com controladores/driver de corrente constante
Características Técnicas:
| Faixa de comprimento de onda | 280 nm a 1450 nm (conforme modelo) |
| Opções de espectro | Branco quente (4000 K), branco frio (6200 K) e banda larga |
| Banda larga (10 dB) | 470 nm a 850 nm (conforme modelo) |
| Tipo de fonte | LED de alta potência acoplado à fibra |
| Técnica de acoplamento | Acoplamento frontal (butt-coupling) |
| Conector óptico | SMA (uso exclusivo com conectores SMA) |
| Tipo de fibra | Multimodo (recomendado: núcleo maior e NA maior para maior eficiência) |
| Recomendação UV (< 400 nm) | Fibra alto-OH ou resistente à solarização |
| Estabilidade de potência | Alta, com gerenciamento térmico passivo otimizado |
| Gerenciamento térmico | Dissipador passivo em contato com placa metal-core |
| Chip de identificação | EEPROM integrada (parâmetros de operação) |
| Compatibilidade com drivers | Drivers de corrente constante; modelos com leitura EEPROM ajustam limite automaticamente |
| Itens inclusos | Emissor LED + acoplamento óptico + cabo de fibra |
* Para preservar o emissor, utilize apenas conectores SMA dentro do padrão (comprimento máximo do ferrule conforme EN61754-22:2005). Para UV abaixo de 400 nm, recomenda-se fibra alto-OH ou resistente à solarização.
Informações Técnicas Detalhadas
Cada emissor LED acoplado à fibra consiste em um único LED acoplado diretamente à fibra óptica por meio da técnica de butt-coupling.
Nesse processo, o conector da fibra é posicionado para que a extremidade da fibra fique o mais próximo possível do emissor, minimizando perdas na entrada da fibra e maximizando a potência óptica na saída.
A eficiência de acoplamento depende principalmente do diâmetro do núcleo da fibra e da sua abertura numérica (NA). Núcleos maiores e valores de NA mais elevados reduzem perdas e aumentam a potência óptica na extremidade da fibra.
Para comprimentos de onda abaixo de 400 nm, recomenda-se o uso de fibras com alto teor de OH (alto-OH) ou fibras resistentes à solarização (para maior durabilidade e estabilidade óptica).
Conectores e norma mecânica: os conectores destes emissores são destinados exclusivamente para uso com conectores SMA. Para evitar danos mecânicos ao LED, o comprimento da férula do conector acoplado não deve exceder
9,812 mm, conforme definido pela norma EN61754-22:2005.
Espectro: o espectro de cada LED e o arquivo de dados correspondente podem ser visualizados individualmente (é possível abrir múltiplas janelas para comparação entre modelos).
Gerenciamento térmico otimizado: estes emissores possuem boas propriedades de estabilidade térmica. A maioria dos modelos utiliza dissipador passivo de 34 mm de comprimento, em contato direto com a placa de circuito metal-core onde o LED é montado,
minimizando a degradação da potência óptica devido ao aumento da temperatura de junção. Alguns modelos de maior potência são montados em dissipador de 50 mm para maior dissipação e estabilidade térmica
(M365FP1, M385FP1, M395FP1, M405FP1 e M660FP1).
LEDs branco quente, branco frio e banda larga: os LEDs branco frio e branco quente possuem espectros amplos, cobrindo centenas de nanômetros. A diferença de cor percebida é descrita pela temperatura de cor correlacionada (CCT):
em geral, o branco quente apresenta espectro semelhante a uma fonte de tungstênio, enquanto o branco frio possui componente azul mais forte, sendo mais indicado para aplicações de microscopia de fluorescência e para câmeras com balanço de branco,
devido à maior intensidade na maior parte dos comprimentos de onda em comparação ao branco quente.
O LED acoplado à fibra MBB1F1 foi projetado para apresentar emissão relativamente plana em uma ampla faixa espectral. Sua largura de banda FWHM varia de 500 nm a 780 nm,
enquanto a largura de banda de 10 dB se estende de 470 nm a 850 nm.
Drivers compatíveis: existem seis drivers compatíveis com parte ou toda a linha: LEDD1B, UPLED, DC40, DC2200, DC4100 e DC4104
(os dois últimos requerem o DC4100-HUB). Os controladores UPLED, DC40, DC2200, DC4100 e DC4104 são capazes de ler automaticamente, a partir do chip EEPROM integrado,
o limite de corrente do LED e ajustar a configuração de corrente máxima para proteger o emissor. A saída pode ser modulada com controlador adequado.
Aplicações em optogenética: estes emissores são fontes ideais para optogenética, com várias opções de comprimento de onda e interconexão conveniente com patch cables para optogenética. É possível operar e modular até
quatro fontes de luz simultaneamente utilizando o controlador DC4100 com o DC4100-HUB.
Opções de patch cables: compatível com diversos patch cables de fibra multimodo com terminação SMA (recomendados conforme o comprimento de onda). Além de patch cables SMA-SMA, há opções híbridas com SMA em uma extremidade e
FC/PC, extremidade de férula ou fibra nua na outra. Configurações não disponíveis em estoque podem ser solicitadas como personalização.
Vida útil do LED: os LEDs naturalmente apresentam degradação de potência ao longo do tempo. A vida útil é definida pela notação BXX/LYY, onde XX é a porcentagem de LEDs que fornecerá menos que
YY% da potência óptica especificada após o período definido. A definição adotada é B50/L50, isto é, 50% dos LEDs de um determinado item ficarão abaixo de 50% da potência óptica inicial ao final da vida útil especificada.
Exemplo: se um lote de 100 LEDs é especificado para 150 mW, espera-se que 50 LEDs produzam potência óptica ≤75 mW ao final da vida útil.
A maioria dos modelos apresenta vida útil > 10 000 horas, exceto M280F5, M325F4, M340F4 e M660FP1.
Observação de potência mínima: as potências mínimas especificadas aplicam-se quando o emissor é utilizado com cabo de fibra multimodo de núcleo Ø400 µm.